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O que os ambientalistas têm em comum com os modernistas de 1922?

Marilena Lavorato 01/01/2016 COMPORTAMENTO

por Marilena Lavorato

Já se passou mais de 90 anos da Semana de Arte Moderna de 22: um divisor de águas na cultura brasileira.

Este movimento cultural deixou um enorme legado de arte e cultura da maior qualidade e com reconhecimento internacional: Villa Lobos, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, e tantos outros de igual expressão.

Os modernistas de 1922 defendiam mudanças, rupturas e um novo olhar e posicionamento diante da arte. Escandalizaram, sofreram resistências, mas fizeram transformação social.

Os ambientalistas de hoje vivem situação semelhante ao defender mudanças, rupturas e novos olhares e posicionamentos frente às questões sociais e ambientais. Muita resistência e algumas vitórias.

O espírito renovação dos movimentos é único. Modernistas defenderam a nossa brasilidade e os ambientalistas, a nossa sustentabilidade. Um delicado diálogo entre movimentos e uma sutil ligação entre bandeiras em favor da vida e da renovação.




Marilena Lavorato

É Publicitária (PUCC) com especialização em Marketing (ESPM), Negócios (FGV/SP), Sociologia e Política (EPGSP/SP), Gestão Ambiental (IETEC), e Gestão Empresarial Estratégica (USP). Organizadora do Programa Benchmarking Ambiental Brasileiro, Co-Editora do Livro BenchMais, Presidente do Comitê de Sustentabilidade do Instituto Mais, Professora e conferencista para os temas Benchmarking Ambiental e Marketing Verde em universidades e congressos. Mais informações: www.institutomais.org



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