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Medidas simples podem evitar conjuntivite

Redação Vya Estelar 01/01/2016 SAÚDE E BEM-ESTAR

Da Redação

Alérgica, viral ou bacteriana, doença é transmitida facilmente e já atinge milhares de pessoas

Evitar locais com aglomeração ou contato com indivíduos contaminados são as principais recomendações para não ser “pego” de surpresa pela conjuntivite, inflamação da conjuntiva (membrana que reveste o “branco” do olho) que pode causar alterações na córnea e nas pálpebras. A doença é transmitida com facilidade, mas também pode ser evitada com cuidados simples.

Sintomas

“Os primeiros sintomas normalmente são ardência, lacrimejamento, sensação de areia nos olhos, vermelhidão e inchaço. Também pode aparecer secreção e muitas vezes até dor nos olhos”, explica o oftalmologista Luiz Fernandes. Porém, o especialista alerta para o fato de que nem todas as pessoas com conjuntivite apresentam todos esses sintomas. Da mesma forma, nem toda pessoa com irritação nos olhos e lacrimejamento tem conjuntivite. “Outras doenças podem se manifestar dessa mesma forma. Só uma avaliação médica pode determinar o diagnóstico correto”, diz.

Embora as conjuntivites possam ser alérgicas, virais, bacterianas ou irritativas (exposição a produtos químicos), apenas as infecciosas (virais e bacterianas) são contagiosas. Já as virais são as que normalmente causam as epidemias. “Para combater uma epidemia é importante que as pessoas com conjuntivite e também aquelas que não apresentam a doença, conheçam as principais medidas para evitar o contágio, como lavar o rosto e as mãos com frequência e impedir a transmissão de micro-organismos”, recomenda o oftalmologista.

Como prevenir o contágio?

Medidas como não coçar os olhos antes de lavar as mãos, não compartilhar objetos de uso comum com pessoas contaminadas e evitar locais com aglomeração de pessoas são as principais recomendações para evitar e não espalhar a doença.

Tratamento

Simples e eficaz, o tratamento deve ser iniciado logo quando os primeiros sintomas aparecem. “Fazer compressas com água filtrada gelada ou soro fisiológico (com gase ou algodão), não coçar a região afetada e não usar água boricada ou chás caseiros ajudam na rápida recuperação”, alerta.

Caso os sintomas persistam é aconselhável que o paciente procure um oftalmologista.




Redação Vya Estelar



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